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Aécio Neves diz desaprovar o “ativismo político” do STF

19/12/2013

A possibilidade de o Supremo Tribunal Federal declarar nesta quarta-feira, 11, inconstitucional o financiamento privado de campanhas eleitorais desencadeou no Congresso uma nova onda de ataques à Corte. A crítica geral é que o Judiciário avança sobre temas que deveriam ser deliberados exclusivamente pelo Legislativo.

Nessa terça-feira, 10, o senador Aécio Neves (MG), presidente nacional do PSDB e provável candidato à sucessão presidencial em 2014, disse desaprovar o “ativismo político” do STF. “Não gosto muito desse ativismo político do Supremo. E, nas vezes em que decidiu, não decidiu a favor, infelizmente, do aperfeiçoamento do processo político brasileiro. Foi assim no final da cláusula de desempenho, a chamada cláusula de barreira lá atrás, foi assim quando permite a portabilidade do tempo de televisão e da parcela do fundo partidário quando o parlamentar migra para um novo partido”, disse o tucano, que defendeu mais transparência nas doações para evitar o caixa 2 de campanha.

O primeiro item da pauta do STF é uma Ação Direta de Inconstitucionalidade proposta pela Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) que pretende não só proibir doações de pessoas jurídicas a partidos políticos, mas também estabelecer novos limites para as doações de pessoas físicas tanto a campanhas quanto às legendas.

Pelas regras atuais, tanto empresas quanto cidadãos podem fazer doações a candidatos ou aos partidos políticos, respeitando determinados limites: 10% dos rendimentos brutos no ano anterior à eleição para pessoas físicas e 2% do faturamento bruto para as jurídicas. A relatoria do processo no Supremo é do ministro Luiz Fux.

Aécio Neves elogia Campos e diz que Dilma não é boa gestora

19/12/2013

A oito meses da eleição presidencial, a relação entre os pré-candidatos ao Palácio do Planalto, Eduardo Campos (PSB), governador de Pernambuco, e o senador Aécio Neves (PSDB-MG) segue cada vez mais estreita tendo um objetivo em comum: derrotar a presidente Dilma Rousseff (PT), que tentará reeleger-se e assegurar o quarto mandado consecutivo do Partido dos Trabalhadores no governo federal. Nesta segunda-feira (10), o tucano mostrou que tanto ele como o gestor pernambucano serão “um inimigo dividido em dois” da petista e elogiou o seu adversário. “O Eduardo é um gestor qualificado, aquilo que eu não vejo no plano federal. Não vejo na presidente da República, nenhuma característica de uma boa gestora”, declarou Aécio.

Em entrevista coletiva, no estado de Santa Catarina, Aécio mostrou estar alinhado com o discurso do governador Eduardo Campos em levar a disputa para o segundo turno. “Vejo a presença do governador Eduardo Campos na disputa, ao contrário do PT, como algo extremamente positivo. O debate vai ser mais plural, outros temas vão vir”, declarou o senador.

O curioso é que a semelhança do discurso de Campos e Aécio ficou evidente até mesmo no que diz respeito a temas como a revisão do Pacto Federativo, uma das principais bandeiras levantadas pelo gestor pernambucano ainda no segundo semestre de 2012. A diferença é que, no caso do tucano, ele chama a sua proposta de “refundação da Federação”.

“Eu, por exemplo, tenho uma proposta que impede que o governo federal dê desonerações sobre as receitas de estados e municípios”, disse o parlamentar. “Bota-se novas despesas para municípios e estados e simplesmente não há de onde tirar esses recursos e os municípios estão aí em situação de insolvência e isso é extremamente grave”, acrescentou.

No decorrer de 2013, a principal crítica de Campos foi referente à condução da política econômica pelo governo Dilma. Ao mesmo tempo, com a finalidade de cravar na cabeça do eleitor que ele (Campos) será um gestor mais eficiente do que a petista, o chefe do Executivo pernambucano tem dito que a inclusão social também deve ser olhada sob o ponto de vista econômico. Em outras palavras, para o governador, o atual ritmo do crescimento econômico brasileiro coloca em risco os investimentos em políticas públicas.

Como consequência, o gestor passou a defender não apenas uma melhor otimização dos investimentos para alavancar o crescimento econômico, mas também uma cultura política que, segundo ele, precisa dar mais atenção à aplicação dos recursos em políticas públicas. Ou seja, segundo Campos, é preciso deixar de lado uma cultura política imediatista, como ele vem colocando em palestras e inserções partidárias.

Por sua vez, Aécio demonstrou, novamente, o alinhamento do seu discurso com o do socialista e criticou a execução de políticas públicas por parte do Governo Federal. “Temos de ter uma política de transferência de renda na saúde, na segurança pública, muito mais ampla para estados e municípios do que esta que existe hoje”, declarou o tucano.

A proximidade entre Campos e o PSDB não é de se estranhar.  O governador já externou em diversas ocasiões as suas considerações positivas a respeito da gestão do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, cacique-mor da legenda tucana. Até mesmo em inserções partidárias, neste ano, Campos frisou que o Brasil elegeu um intelectual, cujo governo foi responsável pela estabilidade da economia. E, de acordo com o presidenciável, a rivalidade entre PT e PSDB deve ser superada, justamente sob o argumento de que não faz sentido os tucanos não reconhecerem a distribuição de renda realizada no governo Lula e, por outro lado, os petistas não reconhecerem FHC como o responsável por colocar a economia brasileira no eixo.

A mesma linha foi adotada pelo tucano ao afirmar que “Temos que superar essa ideia, que o PT quer colocar na cabeça dos brasileiros, de que existem dois Brasis, o Brasil deles que apoia o governo e o Brasil daqueles são contra o governo e, portanto, não seriam favoráveis ao Brasil. Não existe nada disso”, declarou Aécio. “É exatamente a crítica que nós fazemos ao governo que vai nos permitir encontrar, para o Brasil, um caminho de desenvolvimento maior”, complementou.

Aécio Neves em Santa Catarina nesta segunda-feira dia 09

17/12/2013

O presidente do PSDB nacional, senador Aécio Neves (PSDB-MG), estará em Santa Catarina na segunda-feira dia 09 para uma agenda de compromissos em Florianópolis. Pela manhã senador mineiro acompanhado do presidente estadual do partido, senador Paulo Bauer, encontra-se com o presidente da FIESC, Glauco Corte e empresários catarinenses.

A partir do meio-dia, no Lira Tênis Clube, Aécio Neves, será recepcionado pelos tucanos catarinenses em uma reunião-almoço oferecida pelo senador Paulo Bauer, presidente estadual do PSDB.

Estarão presentes na reunião os membros da comissão executiva estadual, do conselho político, das bancadas federal e estadual do partido, prefeitos e vices tucanos, representantes dos segmentos como PSDB Mulher, JPSDB, Movimento Sindical, Tucanafro e demais lideranças do PSDB Catarinense.

O presidente nacional do PSDB, senador Aécio Neves, acompanhado do presidente estadual, senador Paulo Bauer,e demais lideranças concederão entrevista coletiva à imprensa programada para as 14h15min , no salão Cristal do Lira Tênis Club. Assessoria PSDB/SC.

PPS boicota Aécio Neves e decide apoiar Eduardo Campos em 2014

16/12/2013

O PPS irá apoiar a candidatura do presidenciável Eduardo Campos em 2014. É o que decidiu o congresso nacional da legenda neste sábado (7), em São Paulo. A proposta recebeu 152 votos dos delegados presentes, contra 98 que defenderam que o partido tivesse candidata própria, a ex-vereadora Soninha Francine.

Um possível apoio ao presidenciável do PSDB, Aécio Neves, que tinha a simpatia das direções de Minas Gerais e Rio de Janeiro, foi descartado, após os dois diretórios mudarem de posição.

Segundo informou a Folha, os delegados do PPS de Minas e Rio argumentaram que não seria possível definir o apoio a uma candidatura sem que o partido ouvisse as propostas de Aécio e Campos, o que os levou a apoiar o nome de Francine, proposta derrotada na votação.

Abaixo a resolução aprovada no congresso:

1 – O PPS se soma ao PSB e REDE para construir uma candidatura a presidente da República no rumo da nova política, nova economia e novo governo para o Brasil.

2 – Nomeia uma Comissão Eleitoral para analisar a situação nacional e de cada estado e fazer a discussão das melhores alternativas para o crescimento do PPS, principalmente considerando as alianças que o partido tem nos estados.

3 – Convocam uma pré-convenção eleitoral para março de 2014 para decidir a aliança do partido.

Liderados por Aécio Neves, tucanos reunidos em Belém defendem maior generosidade do governo federal

13/12/2013

No Encontro Regional da Amazônia Oriental, o presidente nacional do PSDB, senador Aécio Neves (MG), ressaltou, nesta quinta-feira (05/12), que os tucanos tratam e respeitam o Brasil de forma justa e sem discriminação.

A reação dele foi uma resposta aos apelos feitos por lideranças de que a região tem isso desprezada pelo governo federal. Para um público de mais de três mil pessoas, Aécio destacou que as mudanças, que o Brasil deseja, devem começar com a inauguração de um novo ciclo.

“O Brasil merece um governo mais justo e eficiente”, afirmou Aécio. “Política é para quem tem coragem, espírito público e dignidade. Venho de uma história de homens públicos. Nós temos a responsabilidade de apresentarmos uma alternativa a um modelo que fracassou”, afirmou em discurso.

O presidente do PSDB destacou que há exemplos dentro do próprio partido que servem como referência para uma nova etapa política para o país. “Os brasileiros precisam readquirir a confiança nos seus governantes. Se vocês estão descrentes na política, dêem um Google e olhem o que está acontecendo no Pará”, disse ele.

Aécio lembrou que os tucanos dispõem de aliados especiais. “Temos aliados extraordinários. O Brasil quer de nós a postura que sempre tivemos de respeito ao dinheiro público. O nosso desafio é fazer renascer, do fundo da alma, a esperança”, ressaltou.

Políticas públicas

O senador afirmou que as políticas públicas a serem propostas ao país pelo PSDB serão preparadas com o apoio e a ajuda da população. “As políticas não devem ser formuladas em gabinetes fechados em Brasília. Quem vai desenvolver essa região são vocês”, disse.

Respondendo aos apelos dos paraenses que se queixaram de discriminação por parte do poder central, Aécio disse que falta generosidade ao governo federal para com os estados e municípios brasileiros.

“O Brasil vai ser tratado de forma justa”, afirmou. “Queremos fazer uma convocação definitiva da luta com decência e dignidade”, disse.

Novo código mineral

Ao lado do governador do Pará, Simão Jatene, de deputados, vereadores e lideranças como prefeito de Belém, Zenaldo Coutinho, o presidente do PSDB criticou a decisão do governo federal de adiar para o ano que vem a votação do novo código mineral. Reivindicação histórica de estados e municípios que sofrem exploração de recursos naturais, o novo código estabelece mudanças nas leis e no cálculo dos royalties minerais.

“Há muito anos, temos lutado por um novo marco regulatório do setor mineral. Infelizmente o governo do PT vem adiando isso sucessivamente. Apenas agora, há pouco tempo, enviou uma proposta ao Congresso e voltou a adiar a votação dessa proposta. Infelizmente, mais uma vez, a maioria governista já parece que manda para o ano que vem. Já há um novo período de perdas para os nossos estados. Enquanto os royalties de petróleo beneficiaram estados e municípios produtores de petróleo no ano passado R$ 35 bilhões no ano passado, os royalties minerais distribuíram apenas R$ 1,8 bilhões, sendo que apenas 500 e poucos milhões vieram para o Estado do Pará. Isso é injusto, isso é inaceitável. E essa é uma questão que, para o PSDB, é crucial”, afirmou.

Aécio Neves: Segurança Pública será destaque em sua pré-campanha

12/12/2013

O senador Aécio Neves (PSDB) dará destaque à segurança pública na lista de propostas de sua pré-campanha, que será apresentada nas próximas semanas. O objetivo é reforçar a visão de que o tema é atribuição também do governo federal, apontando falhas no controle das fronteiras.

Aécio vai lançar no dia 10 de dezembro, em Brasília, as diretrizes do que será o plano de governo do candidato tucano no ano que vem. Em princípio intitulado de Decálogo do PSDB, o documento reuniu pontos abordados nas viagens do senador -que percorreu 20 Estados em seis meses- e no site “Conversa com Brasileiros”.

Entre os pontos do documento, estão a autonomia e o fortalecimento dos Estados e municípios, controle da inflação e equilíbrio nas contas públicas e criação de mecanismos para que a sociedade usufrua de programas sociais come metas de saídas para geração de renda.

Aécio Neves em nota do PSDB sobre os resultados do PIB

11/12/2013

O recuo de 0,5% do Produto Interno Bruto (PIB) no terceiro trimestre de 2013 indica a permanência da desaceleração da economia e do ambiente de incerteza sobre o futuro do país.

A desculpa do governo tem sido que o mundo não está crescendo. Isto é fato na zona do Euro, mas os EUA crescerão 1,6%, Índia em 4,9%; China em 7,7%. Na América do Sul, Chile em 4,4%; Colômbia 4% e Peru 5,3%. Portanto, os maus fundamentos da economia brasileira fazem toda diferença.

Não há mais como terceirizar responsabilidades. O país gasta muito e gasta mal. A má gestão das contas públicas derrubou pela metade o superávit primário realizado até agora. O governo atrasou, inexplicavelmente, a agenda de concessões, só agora iniciada, apesar do crônico problema da ineficiência da infraestrutura. Quando aparentemente superou os conflitos ideológicos existentes, o fez de forma titubeante e improvisada, em relação às regras e ao modelo, gerando mais insegurança, menor concorrência e, assim, redução de potenciais, resultados e de perspectivas.

O país deve lamentar a reunião sigilosa organizada pela presidente da República e ministros de Estado neste fim de semana, segundo registro da imprensa, não para discutir saídas para o desarranjo econômico instalado, mas sim, com o objetivo eleitoral de “construir uma narrativa” aos brasileiros para o PIB medíocre, a ineficiência e a perda de credibilidade do governo, a inflação, o aumento nos gastos e o baixo investimento.

Ao concentrar esforços para construção de um discurso eleitoral, ao invés de priorizar a superação dos problemas, o governo evidencia sua preocupação maior em manter a qualquer custo o poder em lugar de corrigir os erros que levaram ao estado lastimável da economia e a sérias consequências na vida dos brasileiros.

A perspectiva para 2013 e 2014 é que o mundo cresça 4%, o dobro do nosso crescimento. As exportações poderão ser favorecidas devido ao câmbio mais desvalorizado, mas, por outro lado, o câmbio mais desvalorizado é fruto do aumento do risco Brasil.

Esperamos que o governo do PT assuma e corrija seus erros e equívocos a tempo de os brasileiros alcançarem uma realidade melhor.

PSDB articula palanques regionais para fortalecer Aécio Neves

09/12/2013

À frente das articulações dos palanques regionais para a candidatura presidencial do senador mineiro Aécio Neves, o deputado federal e presidente do PSDB de Pernambuco, Sérgio Guerra, voltou a circular pelo país para avançar nessas costuras. E com a tarefa de empossar os dirigentes estaduais do Instituto Teotônio Vilela (ITV), Guerra tem aproveitado os eventos para cuidar dos palanques estaduais da eleição do próximo ano.

O deputado esteve na última quinta-feira (28) em Aracaju (SE), onde empossou o advogado e professor universitário Carlos Alberto Menezes na presidência estadual do ITV.

Nessas andanças, o dirigente tem reforçado as críticas à gestão da presidente Dilma Rousseff (PT) e apontado que “algumas coisas não estão indo bem no Brasil”. “O povo nas ruas está dizendo isso e mostrando claramente que deseja mudança. Essa eleição seguirá nesse caminho”, aposta o tucano.

Esta é a quarta campanha presidencial do PSDB que tem o deputado federal Sérgio Guerra na linha de frente. As anteriores foram a do atual governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, e as duas do ex-governador José Serra. Nessas últimas, o pernambucano atuou como presidente nacional da legenda.

Aécio Neves diz que privatizações e “legado” FHC serão temas da disputa

06/12/2013

O senador Aécio Neves (PSDB-MG), provável candidato à Presidência da República em 2014, afirmou hoje que a defesa das privatizações e do “legado” do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB) será um dos temas da campanha do partido no ano que vem.

“Certamente [serão temas da campanha]”, afirmou Aécio, após discursar no encontro do PSDB em Franca (400 km de São Paulo). Durante o evento, ele, em diversos momentos, contrapôs os dois mandatos de FHC aos governos subsequentes do PT, com dois mandatos do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o atual da presidente Dilma Rousseff.

“Eu acho que nós temos que recuperar nosso legado. Porque hoje, se o Brasil é um Brasil melhor, é porque houve um governo do PSDB”, afirmou.

“Se não tivesse havido o governo do presidente Fernando Henrique, com estabilidade, responsabilidade fiscal, privatizações, não teria havido o governo do presidente Lula”, disse Aécio. As privatizações são um tema sensível para o PSDB, alvo de críticas do PT nas últimas campanhas eleitorais para a Presidência.

O presidente do PSDB em São Paulo, deputado federal Duarte Nogueira, presente ao evento, afirmou que o partido deveria ter feito a defesa das privatizações desde 2002, último ano do governo FHC.

Em seu discurso, a ênfase dada por Aécio ao falar do tema é um sinal da dificuldade do partido em abordar o assunto em palanques, diferentemente de outros temas, de melhor aceitação junto à opinião pública.

“[Somos] o partido da estabilidade da moeda, da modernização da economia, das privatizações, sim, que foram fundamentais para o Brasil crescer em setores que não deveriam ser de responsabilidade do Estado”, disse Aécio.

Hoje mais cedo, Aécio participou de um evento do setor da construção civil, em São Paulo. O senador tem reforçado as viagens ao Estado, numa tentativa de se tornar mais conhecido e estreitar os laços com lideranças locais.

Oficialmente, o PSDB ainda não definiu seu candidato à presidência. O ex-governador paulista José Serra também busca a indicação para a disputa do cargo em 2014.

Acompanhado

Em sua visita a Franca, Aécio estava acompanhado por Nogueira, presidente estadual do partido, e pelo senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP).

Apesar de ser apontado como pertencente à ala “serrista” do partido, Aloysio afirmou a Aécio que ele “vai decolar na hora certa”. A brincadeira foi feita após o senador mineiro dizer que precisaria ser breve no discurso, para não perder o horário em que decolaria seu voo de volta.

Nas pesquisas de opinião divulgadas até o momento, Aécio tem menos intenções de voto do que Serra.

Aécio Neves estará em Franca e Bauru (SP) nesta sexta e sábado

05/12/2013

O presidente nacional do PSDB, senador Aécio Neves (MG), estará em Franca (SP) nesta sexta-feira (29/11) para participar de encontro com deputados, prefeitos, vereadores e lideranças da região.

O objetivo é promover a integração da legenda, debatendo temas de interesse regional e fortalecendo a atuação do partido.

Já no sábado (30/11), o senador se reúne com lideranças tucanas em Bauru (SP).

Para o presidente do diretório estadual do PSDB em São Paulo, deputado federal Duarte Nogueira (SP), a visita ao interior paulista representa um passo importante na construção de uma nova agenda.

“É uma aproximação do presidente nacional do partido com a sociedade civil organizada de São Paulo, o estado mais populoso do país, que vai ao encontro do compromisso do PSDB de dialogar mais”, avalia.

O parlamentar considera fundamental o contato pessoal entre a dirigência do partido e os representantes de todas as regiões.

“O Brasil precisa de uma nova agenda. Virar essa página do abuso da propaganda em detrimento de políticas públicas que melhorem a vida das pessoas. O país não cresce e perde oportunidades de melhorar a saúde, a educação, a segurança”, coloca.

E completa: “É importante poder ouvir as pessoas, fazer elas se sentirem parte desse projeto que o PSDB vai apresentar no ano que vem”.

SERVIÇO:

Encontro em Franca (SP)

Data: 29-11-13

Horário: 18h

Local: Hotel Dan Inn. Av. Alfredo Tozzi, 1088 – Núcleo Alpha

Encontro em Bauru (SP)

Data: 30-11-13

Horário: 9h

Local: Auditório da Instituição Toledo de Ensino (ITE). Praça 9 de Julho, 1-51 – Vila Falcão (próximo ao Estádio do Noroeste).

Por um Brasil dos batalhadores: o que esperar da candidatura de Aécio Neves?

04/12/2013

O Partido da Social Democracia Brasileira (PSDB) desceu do muro. Foram longos 11 anos tentando encontrar um caminho e aprender, não só a fazer oposição, mas a oferecer ao país um candidato de oposição. O PSDB finalmente decidiu apresentar na sua propaganda na televisão, através de Aécio Neves, uma visão alternativa para o país. Pode ser que não dê certo, pode até ser tarde demais para reconstruir a identidade de um partido que há mais de uma década só faz gritar que teve as suas bandeiras roubadas. Mas era necessário começar de algum lugar. Pareceria estranho para alguém que chegasse agora ao Brasil, mas a grande novidade na política nacional é vermos o principal partido de oposição brasileiro dizendo abertamente que pensa diferente do governo.

Fazer previsões sobre eleições brasileiras com um ano de antecedência não é uma tarefa simples. Ainda mais difícil é discutir as políticas que os candidatos elegerão para as suas campanhas – não havia Plano Real em novembro de 1993, nem havia “Carta ao povo brasileiro” em novembro de 2001. Uma coisa, porém, é essencial: a construção de um arco narrativo. Os candidatos precisam agrupar um conjunto de ideias que crie uma impressão, que os diferencie dos rivais, e incluí-las em um contexto. Não precisamos ir aos Estados Unidos e lembrarmos da campanha de Barack Obama em 2008, basta lembrarmos da campanha de Lula em 2002.

Foi Duda Mendonça que, sob a supervisão de José Dirceu, reposicionou o PT e Lula, e deu uma maquiagem positiva às más impressões que determinado grupo de eleitores tinha do partido. Antes mesmo que a campanha efetivamente começasse, ele já buscava convencer o país que mesmo aqueles que rejeitavam o partido compartilhavam algumas das suas preocupações. Os comerciais que Duda preparou para o PT diziam aos brasileiros que se imagens de pobreza e injustiça os tocassem (e a quem não tocam?) eles também eram “um pouco PT”. O destaque não era mais o enfrentamento com os “agiotas internacionais” de 1998, era o entendimento para o crescimento econômico, conversando com “muitos empresários e os sindicatos de trabalhadores”.

A narrativa do PT era carregada de sentimentalismo. Tínhamos o Lula chorando, crianças abraçando estrelas, grávidas de branco, o Bolero de Ravel, e o Chico Buarque. No entanto, o sentimentalismo era apenas um instrumento para sinalizar que as coisas poderiam melhorar. Que tudo ficaria diferente depois do voto. Que dessa vez havia motivos para a esperança. Que havia vontade política (termo importantíssimo) para mudar.

A oposição tucana jamais conseguiu chegar perto disso. Nas últimas campanhas, e principalmente na campanha de José Serra em 2010, a oposição dizia poder fazer mais e melhor, mas pouco se diferenciava daquilo que defendia o governo. As suas prioridades pareciam as mesmas. O PSDB só prometia fazer mais, saber “tirar do papel”. Em 2002, quando era governo, a campanha de Serra disputou com o PT a bandeira da mudança. Em 2010, quando era oposição há uma década, a campanha tucana dividia com a campanha petista a afirmação de que o “Brasil tinha melhorado, mas ainda havia muito por fazer”. Até  Lula apareceu na campanha da oposição.

No início desse ano, escrevi que o Brasil vivia um estranho consenso político, com pessoas que lhe olham esquisito se você não defender a transferência de mais poder para o Estado. É esse consenso, benéfico para a situação, que a equipe de Aécio Neves parece querer quebrar. Na parte final do programa do PSDB exibido em setembro, uma jovem pergunta a Aécio Neves por que acreditar que com eles (a oposição, os tucanos etc.) vai ser diferente. Essa foi a sua resposta:

“Eu tenho uma visão de país que é um pouco diferente daqueles que estão no governo hoje, que acham que o Estado faz tudo pra você. Nada. Eu acho que quem muda o Brasil é você. Quem muda o Brasil é você que tá lá estudando, ralando. O Estado tem que dar condição. Tem gastar menos com a sua estrutura, para gastar mais com as pessoas. O governo não pode empatar a vida das pessoas, tem que ser um parceiro. Mas quem vai mudar a vida de cada um de vocês, ou de cada um de nós, somos nós mesmos, é quem tiver disposição de ralar e de enfrentar.”

 

As ideias principais da campanha parecem estar aí. Na resposta de Aécio aparece uma disposição de posicionar a oposição do lado liberal e menos estatista do debate político. O Estado não pode fazer tudo por você; não confie no Estado para fazer tudo por você; o seu futuro é você quem constrói, ralando, batalhando. O Estado não pode empatar a vida das pessoas.

Na campanha tudo pode mudar. Dilma e Serra foram à igreja. Alckmin vestiu a jaqueta com os logos das estatais. Políticos fazem malabarismos pela recompensa de curto prazo. Mas é importante destacar essa abordagem diferente, a tentativa de reposicionar o PSDB em um campo mais liberal. Uma iniciativa cujos frutos podem demorar um pouco para aparecer, mas com potencial de fazer do partido uma alternativa real às políticas – e ideologias – do PT.

A tentação de sair gritando “Mensalão! Mensalão!” estará presente em 2014, mas o julgamento de políticos corruptos, e a própria corrupção de políticos, parece ter pouca influência no resultado das campanhas. A oposição parece ter percebido que para vencer o governo é preciso apresentar alternativas às políticas do governo, não apenas se oferecer para realiza-las, para tirá-las do papel. Pode não ser suficiente para derrotar uma presidente bem avaliada, mas já é um bom começo.

PPS do Rio anuncia apoio à candidatura de Aécio Neves em 2014

03/12/2013

O senador e presidente nacional do PSDB, Aécio Neves, recebeu no último sábado (23), no Rio de Janeiro, o apoio de mais um diretório estadual à sua provável candidatura à Presidência em 2014: o PPS. Aécio Neves conta agora com os diretórios do partido no Rio, Minas Gerais, Bahia e Pernambuco. “20 delegados do PPS no Rio vão lutar unidos quando o nosso partido decidir acompanhar sua liderança”, discursou o presidente do PPS-RJ, Comte Bittencourt.

O senador mineiro participou do congresso do PPS, com direito a faixa de Aécio presidente e discurso durante o encontro. Aécio Neves lembrou que as relações entre PSDB e PPS são antigas e ressaltou a parceria das duas legendas em Minas. “Eu sei o tamanho da responsabilidade que nos aguarda. Para o Brasil, é absolutamente fundamental iniciarmos um novo ciclo”, disse.

O senador Cássio Cunha Lima (PSDB-PB) convidou os cerca de 500 participantes do evento a participarem da elaboração de uma nova agenda para o país: “Nós precisamos muito de vocês.” Contudo, o presidente nacional do PPS, deputado Roberto Freire ainda não bateu o martelo sobre o destino da sigla nas eleições.

– “Esse ciclo de governo do PT está no fim”, afirma Aécio Neves em encontro do PSDB em Goiânia

02/12/2013

“Cemitério de obras inacabadas” – foi como o senador por Minas Gerais e presidente do PSDB nacional, Aécio Neves, chamou o Brasil sob a gestão do PT logo que chegou ao Clube Jaó, em Goiânia, para o 4º encontro nacional da sigla. Sob o discurso do “Tempo Novo”, campanha usada pelo governador Marconi Perillo (PSDB) em 1998, o senador não deixou de elogiar Marconi, da mesma forma que não deixou de criticar o PT e a gestão da presidente da República, Dilma Rousseff (PT).

Assuntos marcados constantemente em discursos políticos não deixaram de aparecer na fala de Aécio Neves, sempre elogiado e chamado pelos seus colegas de partido de “o jovem que o país precisa”. O senador prometeu que os direitos básicos de um cidadão – saúde, segurança, transporte – serão planejados e implantados sob o governo tucano. “Nossa intenção é planejar a saúde, a segurança, o transporte – planejar, palavra que não existe no governo do PT.” O presidente nacional da sigla anunciou que no dia 10 de dezembro o PSDB vai lançar a nova agenda. “Faremos isso para que as conquistas de Fernando Henrique Cardoso não se percam.”

Ao criticar as ações do PT, que segundo ele, “têm custado muito caro para o Brasil”, o presidente afirmou que “o país tem um software pirata com o PT, e o PSDB vai recuperar o software original.” O presidente chamou de “inaceitável” a violência sofrida pela população ultimamente. Segundo ele, o tráfico de drogas e a falta de segurança continuam sendo as chagas do país. “Tudo que se gasta com segurança é oriundo do tesouro estadual”. Aécio também afirmou que a gestora do país, Dilma Rousseff, não se comporta como presidente, mas como candidata a presidente.

De fato, a segurança do país, principalmente no Estado, está sendo a maior “ferida” da população, assim como disse o presidente tucano. Com os policiais civis de greve, e agora ocupando a Assembleia Legislativa, a população se vê refém do medo da crescente violência. Sem nenhum acordo à vista, os policiais afirmam que não desocuparão a Casa, e nem voltarão ao trabalho. Mesmo com o decreto que prevê o corte de pontos dos grevistas, assinado pelo governador em agosto, a greve continua há 67 dias.

O senador tucano também afirmou que a inflação está alta e o crescimento do país continua baixo, “só maior que o da Venezuela”. Aécio sustenta, ao criticar a ação da base governista, que o Brasil perde credibilidade a nível mundial todos os dias com esta gestão. “Nosso país se tornou um cemitério de obras inacabadas”. De acordo com ele, o país precisa de hidrovias. Ele também critica as obras da ferrovia Norte-Sul, a refinaria Abreu e Lima, em Pernambuco, que segundo ele, deveria custar 4 bilhões, mas até o mometo está custando 17 bilhões. “O PT faz parecer que essas ações são normais em uma gestão, mas não são. Isso não é normal”, sustenta.

Ao falar sobre o Estado de Goiás, o líder tucano afirma que se não fosse o agronegócio, o Brasil estaria com o crescimento negativo. “Da porteira para dentro, nós somos os mais produtivos do mundo. Nós inovamos, temos uma preocupação cultural em relação à necessidade de preservação. O problema é da porteira para fora.” De acordo com ele, o tratamento do governo federal quanto à infraestrutura prejudica a produção. “Não tem estradas, ferrovias, porque o governo federal não planejou, mas só improvisou.”

Aécio Neves, em conversa com o Jornal Opção Online, sustentou que esta visita mostra a unidade do partido, como também que eles têm plenas condições de vencerem as eleições de 2014. “O Brasil precisa de maior solidariedade com os municípios e Estados do país”, concluiu.

O presidente do PSDB estadual, Paulinho de Jesus, disse que houve um consenso nas 27 federações, e que o nome do senador Aécio Neves foi escolhido. Sobre isso, o presidente afirmou que recebeu várias manifestações positivas, mas que ainda são necessárias algumas conversas dentro da sigla. No entanto, finalizou afirmando que tudo indica que ele será o candidato tucano.

PT segue cartilha do PSDB de forma ‘atabalhoada’, diz Aécio Neves sobre leilão do Galeão

29/11/2013

O senador Aécio Neves (PSDB-MG), provável candidato tucano à Presidência, disse neste sábado (23) que o leilão para concessão dos aeroportos do Galeão (RJ) e de Confins (MG) foram feitos “com um atraso enorme”. Ele afirmou que o PT está seguindo “a cartilha do PSDB” de forma “atabalhoada”.

“Quando o PT segue a cartilha do PSDB costuma acertar. Mas isso vem com um atraso enorme. O aprendizado do PT vem custando caro ao Brasil. O PT demonizou durante dez anos as privatizações e concessões e hoje as faz, mas de forma improvisada e atabalhoada”, disse ele, antes do Congresso do PPS do Rio, na Uerj.

O governo federal arrecadou R$ 20,84 bilhões ontem com o leilão dos aeroportos de Confins (MG) e Galeão (RJ) realizado ontem na BM&F Bovespa, em São Paulo. O valor é 251% superior aos R$ 5,9 bilhões mínimos previsto na disputa.

A presidente Dilma Rousseff disse ontem, em Fortaleza, que os “pessimistas” vão ter “um dia de amargura” devido ao resultado do leilão. “Isso mostra duas coisas. Primeiro, o enorme interesse dos investidores em investir no Brasil. Segundo, mostra claramente que o Brasil continua sendo uma das grandes oportunidades para os brasileiros, e eles têm que ter orgulho do que têm e do que podem ter. Por isso, todos aqueles pessimistas, hoje [ontem] infelizmente vão ter um dia de amargura, porque não deu errado. No Brasil, é uma coisa muito triste, torcem para dar errado. Desta vez, e mais uma vez –porque também em Libra torceram para dar errado– não deu errado”, afirmou a presidente.

Aécio aproveitou para criticar o governo federal que, segundo ele, vem flexibilizando pilares econômicos criados pelo governo FHC. “Quando o PT dizia que mantinha os pilares macroeconômicos do governo Fernando Henrique, ele acerta. Quando começa a flexibilizar, como vem ocorrendo a partir do segundo mandato do presidente Lula e agora no governo da presidente Dilma, o resultado é esse que estamos vendo aí: inflação alta, crescimento pífio e perda da credibilidade do Brasil a partir dessa alquimia fiscal que ele vêm fazendo”, disse Aécio.

Aécio Neves tenta unificar discurso tucano para ampliar projeção

28/11/2013

Principal nome do PSDB para disputar a Presidência da República em 2014, o senador Aécio Neves (MG) tenta unificar o discurso do partido para avançar com mais ressonância no terreno de oposição ao governo federal, que tem sido ocupado pela candidatura do PSB, com a aliança de Eduardo Campos e Marina Silva.

Desde o início do mês, a equipe de Aécio Neves encaminha às segundas-feiras uma mensagem via e-mail com o que chama de “tema da semana” para todos os diretórios estaduais do partido.

O objetivo é dar mais exposição à fala do senador mineiro, presidente nacional da sigla, e fazer com que governadores, deputados, prefeitos e vereadores tucanos reproduzam o discurso que Aécio apresenta em Brasília.

Aécio tem dito que o PSDB está com “um exército desarticulado” e a cúpula de sua pré-campanha tenta neutralizar discursos internos dissonantes, principalmente após as críticas que o ex-governador de São Paulo José Serra fez ao próprio partido.

Na semana passada, o paulista afirmou que o PSDB é complexado e “tem necessidade de ser aceito pelo PT”.

 

Durante evento em Porto Alegre anteontem, porém, o senador descolou sua posição das opiniões de economistas ligados ao PSDB e que ajudam na formulação de um futuro programa de governo.

Entre as ideias aventadas estavam a revisão da política de desoneração e da lei que torna automáticos os aumentos do salário mínimo.

Preocupado com temas que tenham impacto eleitoral negativo, Aécio preferiu deixar de lado a unidade do discurso e disse que ouve muitas pessoas, mas que não tem “porta-vozes”.

SINAL AMARELO

O sinal amarelo na pré-campanha do senador acendeu quando a última pesquisa Datafolha, divulgada em outubro, apontou vitória da presidente Dilma Rousseff ainda no primeiro turno, com 42% das intenções de voto. Aécio Neves aparece em segundo lugar, com 21%, seguido de perto por Campos, com 15%.

Nesta semana, o tema escolhido para ser debatido –e ecoado– pelos tucanos nos Estados é a saúde. A orientação é seguir o discurso: “Mais Médicos e menos dinheiro para a saúde? Esse é o governo do PT”.

Isso porque o governo derrubou ontem no Senado uma emenda do senador Cícero Lucena (PSDB-PB) que propunha elevar o percentual de aplicação na saúde em 18% da receita líquida da União nos próximos quatro anos.

Aécio tem dito que não irá criticar o programa Mais Médicos, uma das principais bandeiras do governo federal e com grande aceitação popular, segundo pesquisas do Planalto e do próprio PSDB.

A alternativa proposta pelo tucano é tentar tirar o tema do debate eleitoral ou, pelo menos, mudar o foco da discussão, acusando o governo de não deixar passar no Congresso nenhuma medida que aumente os gastos públicos, mesmo que para a saúde.

Aécio Neves acusa Renan de segurar pedidos de informação

27/11/2013

O senador Aécio Neves (PSDB-MG) acusou o presidente do Congresso, senador Renan Calheiros (PMDB-AL), de segurar pedidos de informação que poderiam levar a um desgaste do governo Dilma Rousseff. Aécio disse ser “inadmissível” ter pedidos de informação que demoram mais de dois meses para serem apreciados.

A principal queixa dele diz respeito a um requerimento para pedir ao Tribunal de Contas da União (TCU) dados sobre as obras públicas, financiadas com recursos federais, que se encontram paralisadas. Esse pedido, apresentado no fim de agosto, aguarda votação em plenário desde então. Aécio disse que, dos 39 requerimentos de autoria dele, 21 foram respondidos, outros 13 também, só que fora do prazo legal de 30 dias, e outros 5 ainda não tiveram respostas. O senador do PSDB de Minas Gerais cobrou “tratamento isonômico” da direção do Senado e disse que a desobediência de cumprir os prazos para esses pedidos pode levar os autores a serem enquadrados no crime de responsabilidade.

“O Senado Federal deve e tem a responsabilidade de avaliar, detalhadamente, os motivos de tanta ineficiência e desperdício de dinheiro público”, afirmou. “A maior interessada nisso deveria ser a presidente da República e a própria presidente deveria estudar melhor os motivos da paralisação do que atacar o TCU”, completou.

Em resposta, Renan disse que todos os requerimentos de informação “estão em dia”. No caso específico do TCU, ele justificou que o pedido entrou durante três dias na ordem do dia de votação sem ter sido apreciado. Aécio disse, numa tréplica, que o requerimento sobre o TCU não retornou à ordem do dia e que ele é uma “demanda” da sociedade brasileira.

Ato do PSDB lembra 30 anos das Diretas para fortalecer Aécio Neves

26/11/2013

Reunidos em um ato político para comemorar os 30 anos da “Declaração de Poços de Caldas” (documento que precedeu a campanha das Diretas Já), oito governadores, o senador Aécio neves (PSDB-MG) e o ex-presidente da República Fernando Henrique Cardoso se reuniram nesta segunda-feira (18) em Poços de Caldas (MG) para a redação de uma nova carta e o pedido de novo pacto federativo, que engloba temas como a divisão de receita dos impostos entre municípios, estados e a União.

“Hoje nós vivemos quase que em um estado unitário, o poder central tudo tem e tudo pode e isso não faz bem para democracia. Quando todos dependem da unidade central, não há liberdade administrativa e nem política. Queremos agenda que resgate as condições dos municípios para executar suas demandas com receita para isso”, declarou Aécio Neves.

Estiveram presentes os governadores José de Anchieta, de Roraima, Simão Jatene, do Pará, Teotônio Vilela Filho, de Alagoas, Siqueira Campos, de Tocantins, Antônio Anastasia, de Minas Gerais, Geraldo Alckmin, de São Paulo,  Beto Richa, do Paraná, além de Virgílio Neto, que é prefeito de Manaus.

 

Nesta mesma sala, há 30 anos, o então governador Tancredo Neves, ao lado de Franco Montoro, assinaram um documento provocando mobilização nacional para a volta da democracia brasileira”, disse Aécio Neves, em lembrança à carta e à data.

Apesar da expectativa e de insinuações, o partido não divulgou o nome do futuro candidato tucano à presidência da República, embora o favoritismo a Aécio Neves tenha aparecido em diferentes situações e na fala de lideranças como Fernando Henrique Cardoso, Geraldo Alckmin e Antônio Anastasia.

“O PSDB está do lado dos que mais necessitam. Quando os políticos calaram, as ruas falaram, mas agora o momento é seu, Aécio Neves, fale por todos nós”, disse Fernando Henrique Cardoso.

O governador de Minas Gerais, Antônio Anastasia, completou as palavras do ex-presidente, salientando a importância do atual senador e do encontro. “Eu tenho certeza que a semente lançada há 30 anos nos trará árvores frondosas. Essa Minas Gerais quer Aécio Neves na presidência da República”, disse Anastasia.

Aecio Neves fala sobre a importância da educação

29/10/2013

Em artigo publicado na Folha de São Paulo, nesta segunda-feira(21), o mineiro Aecio Neves, que vem de uma família com vasta biografia política comentou dados recentes sobre a educação brasileira. Aécio lamentou a falta de planejamento do governo federal com a educação e disse que é preciso avançar neste setor para garantir competitividade ao Brasil, no cenário mundial.

Confiram trechos da coluna de Aécio Neves, que já apresenta 30 anos de experiência na vida pública em sua biografia, publicada hoje na Folha:

“A educação é a principal ferramenta da verdadeira e emancipadora transformação social que o Brasil precisa fazer.

Reduzi-la apenas a frases de efeito ou a discursos é um gesto de covardia para com milhares de brasileiros. A falta de planejamento nessa área vai custar muito caro ao país. Para milhões de jovens, o preço já está alto demais.

Os números oficiais mostram que o despreparo e a ineficácia trabalham juntos para comprometer conquistas preciosas da sociedade brasileira, como a universalização do ensino fundamental, a elevação do percentual de pessoas com mais de oito anos de estudo e a forte redução do analfabetismo, entre outros avanços iniciados no período Itamar/Fernando Henrique. Esse quadro promissor vem sendo sistematicamente demolido.

Os números da Pnad 2012, divulgados há poucas semanas, revelam que a taxa de analfabetismo no país parou de cair e atinge 13 milhões de pessoas. Há ainda um enorme contingente de analfabetos funcionais que se encontram à margem do mercado de trabalho. De cada dez jovens entre 17 e 22 anos que não completaram o ensino fundamental, três continuam sem estudar e trabalhar. Cerca de 50% da população adulta (superior a 25 anos) não têm ensino fundamental e só 11% têm ensino superior, índice muito inferior ao recomendado por instituições internacionais.”

Internautas escolhem Aecio Neves como personalidade poderosa mais admirada

28/10/2013

Em enquete, presidente do PSDB, o senador mineiro, Aecio Neves, que já apresenta 30 anos de experiência na vida política em sua biografiaé o mais votado entre os nomes que lideram o ranking dos 60 mais poderosos do País, à frente de Lula, Eduardo Campos e Dilma Rousseff

A maioria dos internautas do iG escolheu Aécio Neves como o mais admirado entre os nomes do topo do ranking dos 60 mais poderosos do País . Em enquete realizada entre quinta (17) e sexta-feira (18), com a pergunta “Estes são os seis primeiros do ranking: quem você mais admira?”, o presidente do PSDB foi o 1º colocado, com 17.801 votos. No ranking do iG , ele é o 5º mais poderoso.

Ainda hoje em sua coluna na Folha de São Paulo, Aécio Neves, que vem de uma família com vasta biografia na política falou que a educação é a única ferramenta emancipadora que possuímos. Confiram trechos do artigo do senador:

“A educação é a principal ferramenta da verdadeira e emancipadora transformação social que o Brasil precisa fazer.

Reduzi-la apenas a frases de efeito ou a discursos é um gesto de covardia para com milhares de brasileiros. A falta de planejamento nessa área vai custar muito caro ao país. Para milhões de jovens, o preço já está alto demais.

Os números oficiais mostram que o despreparo e a ineficácia trabalham juntos para comprometer conquistas preciosas da sociedade brasileira, como a universalização do ensino fundamental, a elevação do percentual de pessoas com mais de oito anos de estudo e a forte redução do analfabetismo, entre outros avanços iniciados no período Itamar/Fernando Henrique. Esse quadro promissor vem sendo sistematicamente demolido.

Os números da Pnad 2012, divulgados há poucas semanas, revelam que a taxa de analfabetismo no país parou de cair e atinge 13 milhões de pessoas. Há ainda um enorme contingente de analfabetos funcionais que se encontram à margem do mercado de trabalho. De cada dez jovens entre 17 e 22 anos que não completaram o ensino fundamental, três continuam sem estudar e trabalhar. Cerca de 50% da população adulta (superior a 25 anos) não têm ensino fundamental e só 11% têm ensino superior, índice muito inferior ao recomendado por instituições internacionais.”

Aécio Neves fala que ideias propostas pelo PPS são parecidas com a do PSDB

25/10/2013

Em recente postagem de seu Facebook, o senador Aecio Neves publicou foto ao lado de Marina Silva e Eduardo Campos, com a seguinte frase de W. Feldman: “ O Aécio e o PSDB são instrumentos da oposição. Eduardo e Marina são figuras que foram do governo que hoje são críticos a ele”

Apesar de acreditar que o PPS apresenta ideias semelhantes aos do PSDB, o senador mineiro Aécio Neves, que costuma colocar os fatos mais importantes em seu Facebook declarou que não quer palanque duplos.

Aécio foi claro: disse que não gostaria de ver um governador do partido num comício de Campos. Na visão dele, somente políticos do PSB receberiam o governador de Pernambuco. O tema gerou debate e um deputado paulista provocou gargalhadas ao explicitar a traição típica deste tipo de acordo: “Palanque duplo é coisa de corno”. Entre as possibilidades de chapas conjuntas estão os dois maiores colégios eleitorais do País, São Paulo e Minas (veja texto abaixo).

Apesar do duelo com Campos, Aécio quer evitar ataques direitos ao governador de Pernambuco. Instado por deputados a atacar o discurso do “novo” da aliança Campos-Marina, recomendou serenidade, lembrando que precisará de apoio em eventual segundo turno.

“O relevante nesta pesquisa (Datafolha) é que mais de 60% da população não quer votar na atual presidente. Estou convencido de que o candidato que for para o segundo turno vencerá as eleições (…) Quem tem as maiores condições é o PSDB”, disse Aécio a jornalistas, após a reunião. Também em entrevista, ele observou que as críticas de Marina e Eduardo à política econômica do PT são nas mesmas feitas pelos tucanos, que defendem o legado de FHC.